>Momento de reflexão…

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A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida.
Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de autocontemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer.Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada.
Lya Luft

>Surpresa boa…

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Acordei cedo e resolvi acessar a net.Fiquei muito feliz e surpresa com um dos e-mails que recebi.
Luiz Breda …… foi o primeiro amigo que fiz aqui na net  em 2001.Professor,assim como eu, trabalhou muito tempo aqui em Salvador e nos tornamos amigos.Aventureiro,as vezes maluco , pois adora esportes radicais mas uma pessoa maravilhosa  Quantos emails trocados … quantos papos no MSN … mas acabei perdendo-o de vista.
Me emocionei quando li uma poesia escrita para mim.Não é escritor nem poeta, mas, professor de Física e Matemática.

“Mesmo quando não escrevi
Eu sempre estive aqui
Eu nunca parti
Mesmo quando em minha loucura
Eu estava aqui


Mesmo alegre
Triste
Eu sempre estive perto
No pensamento
Coração
Alma
Aqui perto de vc “


E, um pouco abaixo vinha o recadinho:
Como vc está gata? Tudo bem?
Tenho entrado pouco na net, mas sempre que toca a música … Ando devagar (Almir Satter) e Cheiro Mineiro de Flor, lembro de vc (Sá e Guarabira) … penso em vc.
Poderia ficar escrevendo aq p vc uma eternidade … Me fale de vc … gostava qd vc contava p mim.
Gosto de abrir o e-mail e lá está seu nome
Já vou, mas com saudades. bjssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
Obrigada querido! Vc sempre esteve presente em meus pensamentos, saudades e boas lembranças.
Amigos são como o vento: às vezes perto, outras longe, mas eternos em nossos corações.
Também sinto a sua falta …
Beijos .. Emilinha

>A Caixa do meu coração….

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Se eu pudesse fazer um pedido agora, somente um, eu pediria a Deus que me desse uma caixa. Mas eu queria uma caixa diferente. Esta caixa eu guardaria bem pertinho de mim, assim, em um lugar que estivesse ao meu alcance em qualquer momento. Os sentimentos nela contidos seriam grandes demais, mas, de acordo com meu pedido, eu gostaria de uma caixa bem pequenina, pra guardar num cordão, pendurado bem perto do peito. Uma caixa em que eu pudesse guardar não roupas, sapatos, fotos, cadernos, cartas ou jóias. Queria uma caixa em que eu pudesse guardar sensações. Uma caixa em que eu pudesse guardar o sentimento de cada momento, para que um dia, quando minha memória não for mais tão boa, quando a visão estiver mais fraca que nunca, a audição estiver errante, e o coração estiver batendo mais devagar, eu possa abri-la e ter novamente tudo aquilo que guardei tudo aquilo que um dia eu vivi.
Guardaria dentro da caixa, em primeiro lugar, a alegria da brincadeira de roda, das tardes brincando no pátio, dos desenhos da manhã, do nescauzinho feito todos os dias. Guardaria todos os natais, as páscoas com as pegadinhas do coelho no jardim, a brincadeira de pipa, as idas ao zoológico. Guardaria dentro da caixa, toda a alegria de ser criança, que agora, já falha um pouco na memória com o passar dos anos, e que eu sei, só tende a falhar cada vez mais. Em minha caixa, porém, esta alegria estaria a salvo.

Guardaria também a sensação de carinho familiar. Um dia, meus pais não estarão mais aqui. E quando este dia infeliz chegar, eu abriria minha caixa, e sentiria todo o amor deles novamente. Sentiria a segurança de meus pais, o amor deles por mim, a preocupação. Sentiria novamente toda a felicidade que passei ao lado deles, todas as barras que seguramos juntos também. Lembraria de como foi o importante tudo que me ensinaram, da angustia que passei e que lá estavam eles ao meu lado. A sensação de ter alguém que goste realmente de mim, que se preocupa, a sensação de ser acolhida, de saber que não estou sozinha no mundo, tudo isso ficaria eternamente guardado dentro de minha caixa.

Guardaria na caixa todas as lembranças de meus amores. O sentimento do amor, do afeto. O sentimento de querer mais e mais, de querer estar junto, a sensação de pele tocando na pele, de braços, beijos, laços. De suor, de arrepio, a sensação que só um beijo pode causar, a imensidão de se perder nos abraços de alguém. Guardaria também a sensação das lágrimas de amor, da dor da saudade. Guardaria o sentimento de aprendizagem que cada amor meu me deu. Isso tudo faria com que eu me sentisse mais viva no futuro, mais feliz por tudo que um dia vivi.

Mas em minha caixa, se eu pudesse, eu guardaria um pouco de cada amigo meu. Assim, um pedacinho de tudo que vivi com eles, cada sensação. Guardaria a euforia de todas as festas, de todas as parcerias, de todas as farras vividas. Guardaria a empolgação que passei ao lado de cada um deles, os planos feitos com tanto afinco. Guardaria todas as tardes e manhãs na escola, todas as risadas, todas as brincadeiras. Guardaria a compreensão de cada um deles, os conselhos, o apoio das horas difíceis. Guardaria o sentimento do companheirismo, o sentimento de adrenalina de todas as vezes que juntos aprontamos, guardaria as emoções que passei ao lado de cada um deles. Mas eu digo os amigos mesmo, que são poucos, mas que são especiais. Aos amigos, eu deixaria um lugar especial em minha caixa, um lugar de fácil acesso, um lugar que a velhice um dia não me impedisse de chegar.

Como esse pedido é um tanto quanto impossível, tentarei guardar, não em uma caixa, mas em minha memória, até quando eu puder, todas essas lembranças e sensações. A todos os que amo, que um dia amei, a todos aqueles que fizeram parte da minha vida em algum momento, que foram especiais, que marcaram algum momento, que me fizeram feliz, a todas estas pessoas, saibam que vocês estão em meu coração. Saibam que, no entardecer de minha vida, quando vocês estiverem na caixa do meu coração, eu vou abri-la, e vocês serão como as estrelas, que iluminarão minha noite.

Kathlen Heloise Pfiffer

>Horóscopo das Flores…

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VIOLETA(de 24/6 a 11/7)
É a flor da modéstia. Quem nasce neste período, está sempre realizando grandes ações, sem esperar nada em troca. Carrega consigo sensibilidade, timidez e tenacidade. É aquela pessoa que encontra o equilíbrio entre os sentidos e o espírito, a paixão e a inteligência, o amor e a sabedoria.
 O verdadeiro papel da Violeta é o da mediação.
Os seres marcados por esse signo também gozam de tranqüilidade e paz espiritual.

>Saudade de vc, Paulinha!!

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“Meninas!
Amei a visita de vocês! Pena Mila não ter vindo (senti sua falta).
Obrigada pelos presentes!!!

Menina, recebi o seu recado , mas não pude ir mesmo com a turma conhecer o André, meu novo neto.(rsrsrs)

Mas, já combinei com Carlinha e logo, logo iremos fazer-lhe uma visita,
As meninas voltaram encantadas com a sua casa, e para mim não foi surpresa, pois você é tudo de bom!
Lugar tranquilo…muito verde…..realmente a sua ‘carinha”.
Você sabe que gosto muito de vc.
(Emília)

>Saboreie o seu café…

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Um grupo de ex-alunos, todos muito bem estabelecidos profissionalmente, reuniu-se para visitar um antigo professor da universidade.
Em pouco tempo, a conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo.
Ao oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de xícaras – de porcelana, plástico, vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas – dizendo a todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícara em punho, o professor disse:
– Se vocês repararem, pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que vocês queiram o melhor para si, isto é a fonte dos seus problemas e estresse. Vocês podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais caras e, algumas vezes, até ocultam o que estamos bebendo.
O que todos vocês realmente queriam era o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras… E então ficaram de olho nas xícaras uns dos outros. Agora pensem nisso: A Vida é o café.
Os empregos, dinheiro e posição social são as xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a Vida. Às vezes, ao concentrarmo-nos apenas na xícara, deixamos de saborear o café que Deus nos deu.
Deus coa o café, não as xícaras… saboreie seu café!
Fonte:(não consta na internet)

>Silêncios e Palavras…

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 Na palavra, a comunicação se realiza. No silêncio, ela se completa. Pois a compreensão se concretiza a partir do silêncio. Há poder em ambos e a sabedoria é usar bem esses dois tempos da comunicação.
Dentro de uma composição as pausas são tão importantes quanto os sons. Uma boa orquestra é aquela que executa bem as dinâmicas das pausas e das continuidades. Mesmo no silêncio da pausa a canção continua.

Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo, que uma palavra errada. O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade recomendava aos poetas:

“Convive com os teus poemas antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consuma
com seu poder de palavra e seu poder de silêncio.”

A recomendação do poeta é sábia e pertinente. Um poema só é bem, só é bom, se maturado na sementeira do silêncio. Antes de se tornar palavra, a poesia é experiência de vida silenciosa. Os artistas sabem disso, e nós precisamos aprender.

Demora naquilo que você precisa dizer. Livre-se da pressa de querer dar ordens ao mundo. É mais fácil a gente se arrepender de uma palavra dita, do que de um silêncio. Palavra errada na hora errada pode se transformar em ferida naquele que ouviu, também naquele que disse.

Há muitos momentos da vida em que o silêncio é a resposta mais sábia que nós podemos dar a alguém. Na pressa de falar, corremos o risco de dizer o que não queremos, e diante de tudo que foi dito, nem sempre temos a possibilidade de consertar o erro.

Palavras erradas costumam machucar para resto da vida, já o silêncio certo, esses possuem o dom de consertar. Por isso, prepara bem a palavra que será dita. Palavras apressadas não combinam com sabedoria. Os sábios sempre preferem o silêncio. E nos seus poucos dizeres está condensada uma fonte inesgotável de sabedoria.

Não caia na tentação do discurso banal, da explicação simplória. Queira a profundidade da fala que nos pede calma. Calma para dizer. Calma para ouvir.

Uma regra interessante para que tenhamos uma boa compreensão de um texto, é justamente a calma. Só assim podemos adentrar nos significados que o autor quis sugerir e conseqüentemente mergulhar no mistério do seu texto. Leituras apressadas podem fomentar equívocos, e equívoco é uma espécie de desentendimento entre o que escreve e aquele que lê. É uma forma de obstáculo para a compreensão da linguagem.

Na comunicação verbal cotidiana, isso sempre acontece. Dizemos, e não somos compreendidos. Diante do impasse duas realidades são possíveis: ou alguém disse com pressa, ou alguém escutou sem atenção. Dizer e ouvir requerem silêncio.
Só diz bem, aquele que pensou antes no que iria dizer, e ouve melhor aquele que se calou para escutar. A regra é simples, mas exigente.

Por isso hoje, nesse tempo de palavras muitas, queiramos a beleza dos silêncios poucos.



Padre Fábio de Melo