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>Saudade de vc, Paulinha!!

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“Meninas!
Amei a visita de vocês! Pena Mila não ter vindo (senti sua falta).
Obrigada pelos presentes!!!

Menina, recebi o seu recado , mas não pude ir mesmo com a turma conhecer o André, meu novo neto.(rsrsrs)

Mas, já combinei com Carlinha e logo, logo iremos fazer-lhe uma visita,
As meninas voltaram encantadas com a sua casa, e para mim não foi surpresa, pois você é tudo de bom!
Lugar tranquilo…muito verde…..realmente a sua ‘carinha”.
Você sabe que gosto muito de vc.
(Emília)

>Bem-me-quer…

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“A vida, esta vida que inapelavelmente, pétala a pétala,
vai desfolhando o tempo, parece, nestes meus dias,
ter parado no bem-me-quer …”
José Saramago

>Uma Imagem…Uma Reflexão!

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(Banco de Imagenes Gratuitas)

>Minha homenagem…

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Mulher

Substantivo? Talvez seja o mais correto. Mas é incompleto. Primeiro, porque mulher não se nasce feita: torna-se. Nasce em forma concreta, mas se completa em caráter, no abstrato, apenas com o decorrer da vida e de seus feitos.
E mulheres existem várias. Mas quando, de repente para alguém, passa a existir uma só, mulher deixa de ser plural para se tornar substantivo próprio, único. Vira mulher com M maiúsculo. Então, ela se torna referência, característica de comparação, e, por isso, até pode ser um adjetivo. E o mais poderoso.
E para ir além, é com um toque de interjeição — porque faz parte dela a emoção e o sentimento — que consegue ser tão necessária ao dia-a-dia, fazendo-se, por isso, mulher.
Substantivo concreto ou abstrato? Adjetivo ou interjeição? É melhor ficar só com “mulher” mesmo. Porque se conceitua em si e, pra falar a verdade, nenhuma classe ou palavra irá conseguir definir o ser que só uma mulher consegue entender. E na falta de definições, fica a homenagem a nós, mulheres…

Texto de Claudia Fernandes

>Conversinha Mineira…

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– É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?

– Sei dizer não senhor: não tomo café.
– Você é dono do café, não sabe dizer?
– Ninguém tem reclamado dele não senhor.
– Então me dá café com leite, pão e manteiga.
– Café com leite só se for sem leite.
– Não tem leite?
– Hoje, não senhor.
– Por que hoje não?
– Porque hoje o leiteiro não veio.
– Ontem ele veio?
– Ontem não.
– Quando é que ele vem?
– Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não vem.
– Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
– Ah, isso está, sim senhor.
– Quando é que tem leite?
– Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
– O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
– Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua cidade?
– Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
– E há quanto tempo o senhor mora aqui?
– Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
– Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
– Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
– Para que Partido?
– Para todos os Partidos, parece.
– Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
– Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida…
– E o Prefeito?
– Que é que tem o Prefeito?
– Que tal o Prefeito daqui?
– O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
– Que é que falam dele?
– Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
– Você, certamente, já tem candidato.
– Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
– Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
– Aonde, ali? Uê, gente: penduraram isso aí…

Fonte:Fernando Sabino/”A Mulher do Vizinho”

>Ecologia virtual e bem-viver…

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Mais do que nunca, está na moda falar de ecologia.
É claro, a questão deveria ser muito mais do que mero modismo, já que o próprio conceito de “moda” implica em algo que passa, é bonito num momento e perde a importância no outro. Apenas o tempo dirá se o processo de tomada de consciência ecológica que ora vivemos é uma verdadeira percepção do que realmente importa, ou se não passa de um impulso por “entrar na onda” da conversa do momento.

O filósofo Felix Guatarri, autor da obra “As 3 Ecologias”, nos apresenta a uma percepção mais elevada acerca do assunto. Mais do que reciclar o lixo e evitar a compra de determinados produtos que não tenham selos verdes, ser ecológico implica em outras esferas de percepção que vão além da realidade biológica. A ecologia também faz parte das relações e da própria subjetividade humana. É pobre reduzir o discurso ecológico à salvação da Amazônia ou dos golfinhos e baleias, se a isso não for incorporada a idéia de uma ecologia das relações, um cuidar de si e do mundo que nos rodeia.

Como tornar a convivência virtual mais ecológica?
Mas se agora escrevo é para falar de algo muito mais simples do que enuncia Guatarri. Simples e importante: a ecologia virtual. Afinal, o meio ambiente virtual (a internet) também é um meio ambiente! Trata-se de um ambiente relacional, um lugar que é ao mesmo tempo um não-lugar, onde estão conectados amigos, parentes, desconhecidos. O que poderíamos aprender, a fim de tornar a nossa vivência neste ambiente mais prazerosa e ecológica?

Eu diria que em primeiro lugar é preciso atentar para uma crítica muito pertinente feita pelo sociólogo Zygmunt Bauman. Ele diz que, se mal usada, a internet é um instrumento que nos aproxima de quem está longe e nos afasta de quem está perto. E o que ele diz é verdade. Muita gente parece estabelecer relações apenas com pessoas que mal conhece e que moram em outras cidades, ou mesmo em outros países. Isso não é um problema a priori, mas passa a ser quando fica evidente que a pessoa não consegue lidar bem com seus relacionamentos próximos. Você já deve ter tido a experiência de sair com um amigo que ao invés de conversar com você num jantar ou almoço, ficou o tempo inteiro mandando mensagens, e-mails ou torpedos de celular para alguém que não estava ali. Além de isso ser muitíssimo deselegante, revela um sintoma delicado: a suspensão da capacidade de interagir com o real. Não que o mundo virtual seja “irreal”, não se trata de uma ambiguidade. Muitas pessoas são mais “elas mesmas” na internet do que na vida real. Mas é de se pensar nos porquês de alguém ser tão bem relacionado virtualmente, mas apresentar dificuldade de conseguir estabelecer vínculos de intimidade ao vivo. Deste modo, pense: você passa mais tempo se relacionando com pessoas que nunca viu? Por que?

Há um tempo para o virtual e um tempo para o real, e do mesmo modo que não devemos ser tecnofóbicos, devemos tomar cuidado para não nos convertermos em tecnólatras, venerando a internet mais do que amamos o mundo real. Conectividade, afinal, é um meio, e não um fim em si. E tornar o mundo um lugar mais limpo não se restringe só ao mundo físico. Pense nisso

Fonte:(trechos do texto “Ecologia virtual e bem viver” de Alexey Dodsworth)